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O que é o serviço de controle de moscas?

O serviço de controle de moscas é uma solução profissional para reduzir a presença de moscas e outros insetos voadores, identificar condições que favorecem a infestação e apoiar a manutenção de ambientes mais higiênicos.

Também conhecido como desinsetização de moscas, o atendimento combina avaliação técnica, definição de métodos e acompanhamento conforme as características do local.

Na MATABEM, a estratégia pode envolver a instalação de armadilhas para alados, adesivas ou de eletrocussão, além de pulverização espacial com termonebulizadores e atomizadores e aplicação localizada de iscas atrativas de uso profissional.

A seleção dos recursos depende do diagnóstico do ambiente, dos pontos críticos identificados e das orientações técnicas de segurança.

Controle corretivo e preventivo

O controle corretivo é direcionado à presença de moscas já observada no ambiente.

Seu objetivo é reduzir a atividade dos insetos e tratar áreas que apresentam maior concentração ou circulação.

Já o controle preventivo busca diminuir as condições que favorecem novas ocorrências, considerando fatores como acesso de insetos, abrigo, umidade, resíduos e rotinas de higienização.

Essas duas frentes são complementares.

A aplicação de métodos de controle sem investigar as causas da infestação pode limitar a efetividade da estratégia.

Por isso, uma avaliação profissional deve considerar o fluxo de pessoas e materiais, as áreas internas e externas, os locais de descarte e os pontos de entrada ou permanência de moscas.

O papel do Manejo Integrado de Pragas

O Manejo Integrado de Pragas (MIP) organiza o controle a partir de inspeção, identificação de focos, escolha técnica dos métodos, monitoramento e ajustes.

Em vez de depender de uma única aplicação, a abordagem considera medidas físicas, mecânicas, operacionais e químicas quando aplicáveis, sempre respeitando as normas de segurança e ambientais.

Esse cuidado é especialmente relevante em estabelecimentos que lidam com alimentos, atendimento ao público, animais ou processos produtivos.

A captura discreta em áreas internas e o tratamento adequado de áreas externas podem contribuir para reduzir riscos de contaminação e apoiar as boas práticas de higiene, sem substituir a limpeza, o manejo correto de resíduos ou a manutenção das instalações.

Para entender como essa abordagem se relaciona a outros serviços, consulte também a página de controle de pragas urbanas da MATABEM.

A avaliação da necessidade do ambiente permite definir uma estratégia compatível com sua estrutura, atividade e pontos críticos.

Por que controlar moscas em ambientes comerciais e rurais?

A presença de moscas em ambientes comerciais e rurais não é apenas uma questão de incômodo.

Esses insetos podem circular entre resíduos, fezes, ralos, áreas externas e superfícies de contato, levando sujeira e microrganismos para locais onde são manipulados alimentos, atendidas pessoas ou mantidos animais.

Por isso, o controle deve fazer parte das rotinas de higiene, prevenção e proteção da operação.

Riscos de contaminação cruzada de alimentos

Em indústrias alimentícias, abatedouros, frigoríficos, açougues, restaurantes e supermercados, a circulação de moscas pode aumentar o risco de contaminação cruzada.

O problema ocorre quando o inseto transita de uma fonte de contaminação para bancadas, utensílios, equipamentos, embalagens ou alimentos expostos.

O controle de moscas não substitui a limpeza, o armazenamento adequado e as boas práticas de manipulação.

Ele atua como uma medida complementar para reduzir a presença de insetos voadores e apoiar um ambiente mais controlado.

A identificação de fontes de atração, pontos de entrada e locais de abrigo é essencial para que as medidas adotadas sejam coerentes com as características de cada estabelecimento.

Higiene, percepção do público e reputação

Mesmo quando não há contato direto com alimentos, a presença de moscas pode transmitir uma percepção de falta de higiene a clientes, visitantes, colaboradores e órgãos de fiscalização.

Em hospitais, hotéis e restaurantes, por exemplo, o controle de insetos contribui para preservar a organização do ambiente e a confiança na operação.

A reputação também pode ser afetada quando a infestação é percebida em áreas de atendimento, produção ou armazenamento.

Além do impacto visual, a movimentação de moscas pode interferir em rotinas de trabalho e exigir respostas corretivas mais frequentes.

Uma estratégia preventiva ajuda a tratar sinais de risco antes que eles se tornem um problema recorrente, sempre considerando as exigências sanitárias aplicáveis ao segmento.

Aplicações em ambientes comerciais e rurais

A necessidade de controle varia conforme a atividade e o ambiente.

Em indústrias alimentícias e estabelecimentos de alimentação, a atenção costuma se concentrar em áreas de recebimento, produção, expedição, descarte e armazenamento.

Hospitais e hotéis também precisam considerar áreas de serviço, cozinhas, depósitos e locais de circulação de resíduos.

Em áreas rurais, como currais e cocheiras, a presença de animais, matéria orgânica, umidade, ração e resíduos pode favorecer a atração de moscas.

Nesses locais, a prevenção depende da combinação entre manejo adequado dos resíduos, limpeza, organização do entorno, redução de fontes de alimento e avaliação dos pontos de entrada e abrigo.

O serviço de controle de moscas deve ser planejado de acordo com o risco do local, sem aplicar a mesma estratégia de forma automática em todos os ambientes.

A avaliação técnica permite definir prioridades e orientar ações compatíveis com a proteção de pessoas, animais, alimentos e meio ambiente.

Pontos críticos de infestação

  • Resíduos orgânicos e recipientes sem fechamento adequado.
  • Ralos, áreas úmidas e locais com acúmulo de sujeira.
  • Docas, portas, janelas e outras vias de entrada.
  • Áreas de recebimento, armazenamento e manipulação de alimentos.
  • Currais, cocheiras e locais com fezes, ração ou matéria orgânica.
  • Equipamentos, superfícies e estruturas de difícil acesso à limpeza.

A identificação desses pontos não significa que todos exigirão o mesmo tratamento.

O diagnóstico deve considerar a origem da infestação, o fluxo de pessoas e materiais, a atividade desenvolvida e os cuidados de segurança necessários.

Ao combinar higiene, prevenção, monitoramento e medidas de controle adequadas, empresas comerciais e propriedades rurais conseguem lidar com a presença de moscas de maneira mais responsável.

Essa abordagem favorece a segurança alimentar, a proteção de pessoas e animais e a manutenção de ambientes mais organizados, sem depender exclusivamente de aplicações pontuais.

Como funciona o controle integrado de moscas?

O controle integrado de moscas combina diagnóstico, prevenção, monitoramento e métodos de intervenção escolhidos conforme as características do ambiente.

Em vez de depender de uma única aplicação, o serviço de controle de moscas considera os pontos críticos que favorecem a entrada, a alimentação, a reprodução e a permanência dos insetos.

A estratégia segue o conceito de Manejo Integrado de Pragas (MIP), que prioriza a compreensão da origem do problema e a adoção de medidas proporcionais ao risco identificado.

Assim, a definição dos recursos — como armadilhas para alados, pulverização espacial ou iscas atrativas de uso profissional — deve ocorrer depois da avaliação técnica do local.

Etapas do controle integrado

  1. Inspeção do ambiente: são observadas as áreas internas e externas, o fluxo de pessoas e materiais, as condições de higiene, os pontos de acesso e os locais com maior probabilidade de atrair ou abrigar moscas.
  2. Identificação dos focos e pontos críticos: a análise busca fatores como resíduos orgânicos, recipientes descobertos, umidade, ralos, frestas, áreas de carga e descarga, currais, cocheiras e outros locais compatíveis com a atividade do estabelecimento.
  3. Definição dos métodos: com base no diagnóstico, podem ser avaliadas soluções de captura e controle, incluindo armadilhas adesivas ou de eletrocussão, pulverização espacial com termonebulizadores e atomizadores e pincelamento de iscas atrativas profissionais. A escolha depende do tipo de ambiente, da circulação de pessoas e animais, da presença de alimentos e das orientações de segurança aplicáveis.
  4. Monitoramento: os dispositivos e os pontos críticos devem ser acompanhados para verificar a presença de insetos voadores e identificar mudanças no cenário. O monitoramento também contribui para avaliar se as medidas preventivas estão sendo mantidas.
  5. Ajustes e prevenção: quando necessário, o plano pode ser revisto com base nas informações observadas. A correção de condições que favorecem a infestação é parte essencial do MIP e ajuda a reduzir a dependência de intervenções isoladas.

O responsável pelo local pode colaborar fornecendo informações sobre quando as moscas aparecem com maior frequência, quais áreas apresentam maior atividade, como são armazenados alimentos e resíduos, quais procedimentos de limpeza já existem e se houve mudanças recentes na operação.

Também é importante informar a presença de crianças, animais, pessoas sensíveis, áreas de produção, equipamentos e locais que não podem sofrer determinada intervenção sem avaliação prévia.

Esse levantamento é especialmente relevante em indústrias alimentícias, restaurantes, hospitais, hotéis, supermercados, abatedouros, frigoríficos, açougues e propriedades rurais.

Cada operação possui fontes de atração, rotas de acesso e exigências sanitárias próprias; por isso, uma solução adequada para um ambiente pode não ser indicada para outro.

Além das medidas profissionais, a prevenção envolve manter resíduos acondicionados, proteger alimentos, corrigir condições de umidade, conservar barreiras físicas e seguir rotinas de limpeza compatíveis com a atividade.

Para complementar o diagnóstico, consulte também os conteúdos de prevenção de pragas e avalie com uma empresa especializada quais medidas são aplicáveis ao ambiente.

Armadilhas para moscas: adesivas e de eletrocussão

As armadilhas para insetos voadores são recursos importantes no serviço de controle de moscas porque ajudam a reduzir a circulação desses insetos, indicar pontos de maior atividade e apoiar o monitoramento contínuo.

A escolha entre modelos adesivos e de eletrocussão depende do diagnóstico técnico, do tipo de ambiente, do fluxo de pessoas e das exigências de higiene do local.

Diferenças entre os principais modelos

  • Armadilhas adesivas: utilizam uma superfície de retenção para capturar moscas quando elas pousam ou se aproximam do dispositivo. Podem ser úteis em ambientes internos que exigem captura discreta e baixo impacto operacional. A inspeção visual facilita a identificação da presença de insetos e a avaliação da necessidade de substituição do material coletor.
  • Armadilhas de eletrocussão: atraem insetos voadores para uma área energizada, onde ocorre a redução por descarga elétrica. São aplicadas conforme as características do ambiente e podem contribuir para o controle de moscas em locais que necessitam de monitoramento constante.

Nenhuma armadilha deve ser escolhida apenas pelo tipo de equipamento.

O posicionamento, a intensidade da infestação, as fontes de alimento, a iluminação, a ventilação e o fluxo de entrada de insetos influenciam o desempenho do recurso.

Em áreas internas, a captura discreta pode ajudar a manter a operação sem a aplicação contínua de produtos no espaço, desde que o equipamento seja adequado ao ambiente e integrado a outras medidas de controle.

Posicionamento e manutenção

De forma geral, os dispositivos devem ser instalados em pontos estratégicos, próximos às rotas prováveis de entrada ou circulação das moscas, mas sem interferir no trabalho, no acesso das pessoas ou na proteção de alimentos e utensílios.

A definição do local deve considerar também a facilidade de inspeção e a prevenção de contato acidental.

A manutenção envolve verificar regularmente a condição do equipamento, a capacidade de captura, a limpeza externa e a necessidade de substituição de placas adesivas ou outros componentes.

Nos modelos de eletrocussão, a inspeção deve observar o funcionamento e o acúmulo de resíduos, sempre seguindo as orientações técnicas e os procedimentos de segurança aplicáveis.

A frequência dessas ações depende da avaliação do ambiente e do nível de atividade registrado.

Dúvidas frequentes

As armadilhas adesivas fazem barulho?

Não.

Por não utilizarem descarga elétrica para capturar os insetos, tendem a operar de forma silenciosa.

As armadilhas de eletrocussão produzem odor?

O equipamento pode gerar ruído pontual no momento da descarga.

A percepção de odor e a adequação do modelo dependem do ambiente, da instalação e da manutenção.

Por isso, a seleção deve ser feita após avaliação técnica.

As armadilhas substituem a desinsetização?

Não necessariamente.

Elas são ferramentas de captura e monitoramento dentro de uma estratégia mais ampla de Manejo Integrado de Pragas.

A prevenção de abrigo, alimento e acesso, associada aos métodos definidos para cada área, é essencial para um controle consistente.

Na MATABEM, fundada em 1969 e especializada em controle integrado de pragas urbanas e rurais, as armadilhas fazem parte da avaliação técnica do ambiente e podem ser combinadas a outros recursos do serviço de controle de moscas, conforme as características e os pontos críticos identificados.

Pulverização espacial e aplicação de iscas atrativas

A pulverização espacial é uma etapa possível do serviço de controle de moscas quando a avaliação técnica identifica a necessidade de alcançar insetos voadores presentes no ambiente.

A escolha do método, da área de aplicação e das medidas de segurança deve considerar o tipo de local, o nível de atividade das moscas, a presença de pessoas, animais, alimentos, equipamentos e superfícies sensíveis.

Os termonebulizadores transformam o produto aplicado em uma névoa fina, favorecendo sua dispersão no espaço durante uma aplicação controlada.

Já os atomizadores utilizam um fluxo de ar para distribuir o produto em pequenas partículas, permitindo direcionar a aplicação conforme as características do ambiente.

Em ambos os casos, o objetivo é apoiar o controle de insetos voadores, e não substituir a identificação das fontes de infestação, a higienização ou as medidas preventivas.

A definição do equipamento depende do diagnóstico realizado no local.

Ambientes internos, áreas externas, locais com alimentos, instalações rurais e espaços com circulação de pessoas ou animais apresentam riscos e necessidades diferentes.

Por isso, a aplicação deve ser planejada por profissionais capacitados, seguindo as orientações técnicas do produto, os procedimentos de segurança e as normas ambientais aplicáveis.

Outra possibilidade é o pincelamento de iscas atrativas de uso profissional.

Nesse procedimento, a isca é aplicada de forma localizada em pontos previamente avaliados, buscando atrair as moscas para áreas de controle.

O posicionamento deve evitar contato com alimentos, utensílios, superfícies de preparo, pessoas e animais, além de respeitar as condições de uso indicadas pelo fabricante e pelo responsável técnico.

Antes da aplicação, é necessário avaliar pontos como acúmulo de resíduos, manejo de lixo, ralos, áreas úmidas, aberturas, acesso de insetos, proximidade de criações e locais de armazenamento ou preparo de alimentos.

Também devem ser consideradas a ventilação, a circulação no ambiente e a existência de áreas que precisam ser protegidas ou isoladas temporariamente.

Durante e após o procedimento, o responsável pelo local deve seguir integralmente as orientações técnicas fornecidas pela empresa executora.

Essas orientações podem envolver a retirada ou proteção de alimentos e utensílios, o afastamento de pessoas e animais, o controle do acesso às áreas tratadas e os cuidados de ventilação ou limpeza indicados para o ambiente.

A aplicação não deve ser realizada de maneira improvisada ou sem avaliação dos riscos.

No contexto do Manejo Integrado de Pragas, a pulverização e as iscas fazem parte de uma estratégia mais ampla, que combina monitoramento, correção de condições favoráveis e ajustes conforme a atividade observada.

Assim, a escolha entre termonebulizador, atomizador, isca atrativa ou outros recursos deve resultar da análise dos pontos críticos e das características específicas de cada instalação.

Segurança alimentar, normas e responsabilidade ambiental

O controle de moscas contribui diretamente para a higiene e a segurança alimentar porque esses insetos podem transportar microrganismos entre resíduos, fezes, superfícies contaminadas e alimentos.

Em cozinhas profissionais, indústrias alimentícias, abatedouros, frigoríficos, açougues, restaurantes, hospitais, hotéis e supermercados, a presença de moscas deve ser tratada como um ponto de atenção operacional, e não apenas como um incômodo.

O serviço de controle de moscas deve fazer parte de uma estratégia de Manejo Integrado de Pragas, combinando inspeção do ambiente, correção de condições favoráveis à infestação, monitoramento e aplicação técnica quando necessária.

Essa abordagem ajuda a reduzir a dependência de intervenções indiscriminadas e favorece decisões compatíveis com as características do local, com a rotina de produção e com a proteção de pessoas, animais e alimentos.

Conformidade e responsabilidade técnica

A escolha dos métodos e dos produtos precisa considerar as orientações técnicas aplicáveis, a segurança dos ocupantes e o respeito às normas sanitárias e ambientais.

No contexto da MATABEM, fundada em Goiânia em 1969, a atuação é associada à capacitação profissional, ao uso de tecnologias avançadas e à referência normativa da RDC ANVISA nº 622/2022.

Essa referência deve ser interpretada dentro do conjunto de procedimentos, registros e cuidados exigidos para o controle profissional de pragas.

Antes de qualquer aplicação, é importante avaliar áreas de preparo, armazenamento e manipulação de alimentos, pontos de descarte de resíduos, ralos, acessos, abrigos de animais, currais, cocheiras e locais com umidade ou matéria orgânica.

A definição do método deve ocorrer após essa análise, respeitando as orientações técnicas do produto e as medidas de proteção indicadas para cada ambiente.

Boas práticas para proteger pessoas, animais e alimentos

  • Manter alimentos protegidos e superfícies de contato devidamente resguardadas durante intervenções técnicas.
  • Corrigir vazamentos, acúmulo de resíduos, matéria orgânica exposta e outras condições que possam atrair ou favorecer a reprodução de moscas.
  • Preservar utensílios, embalagens, equipamentos e áreas de produção contra contato indevido com produtos ou resíduos.
  • Seguir as orientações profissionais sobre preparação, isolamento, ventilação e liberação do ambiente.
  • Evitar aplicações improvisadas ou o uso de produtos sem indicação e orientação adequadas.
  • Manter registros de inspeções, ocorrências, medidas corretivas e monitoramento para apoiar a rastreabilidade do controle.
  • Considerar a proteção de animais, plantas, polinizadores, cursos d’água e outras áreas ambientalmente sensíveis.
  • Integrar o controle de pragas à limpeza regular e ao gerenciamento correto de resíduos.

A responsabilidade ambiental também envolve aplicar somente o necessário, direcionar os métodos aos pontos críticos e realizar o descarte adequado de materiais e resíduos conforme as orientações aplicáveis.

Por isso, uma avaliação técnica é essencial para equilibrar eficácia, segurança e prevenção de impactos no ambiente.

A higiene do estabelecimento deve ser analisada de forma ampla.

Além do controle de insetos voadores, pode ser pertinente avaliar ações complementares de sanitização e de limpeza de caixas e reservatórios d’água, sempre de acordo com as necessidades e as características do local.

Para informações específicas sobre a aplicação dessas medidas, o responsável deve consultar a empresa e solicitar uma avaliação técnica do ambiente.

Como escolher uma empresa de controle de moscas?

Escolher uma empresa de controle de moscas exige mais do que comparar métodos de aplicação.

A decisão deve considerar a experiência da prestadora, a capacidade de diagnosticar o ambiente, a qualificação dos profissionais, a adequação dos equipamentos e a existência de um plano de monitoramento compatível com a rotina do local.

Checklist para avaliar a prestadora

Antes de contratar o serviço, verifique se a empresa:

  • demonstra experiência no controle de pragas em ambientes semelhantes ao seu;
  • realiza uma inspeção técnica para identificar focos, rotas de entrada, fontes de alimento, abrigo e umidade;
  • trabalha com princípios de Manejo Integrado de Pragas, combinando prevenção, monitoramento e métodos de controle;
  • informa quais equipamentos e técnicas podem ser utilizados, como armadilhas para alados, pulverização espacial e aplicação de iscas profissionais;
  • mantém profissionais capacitados para orientar a preparação do ambiente e os cuidados após o atendimento;
  • utiliza produtos e procedimentos compatíveis com as normas de segurança e ambientais aplicáveis;
  • apresenta documentação e registros do serviço de forma clara;
  • oferece um plano de acompanhamento baseado nos pontos críticos identificados;
  • permite consultar o histórico de serviços realizado na própria plataforma, quando essa informação estiver disponível.

Uma empresa responsável não deve indicar uma solução única sem analisar o ambiente.

Em uma indústria alimentícia, por exemplo, o controle precisa considerar o fluxo de pessoas e produtos, áreas de armazenamento, pontos de descarte e locais que possam favorecer a presença de moscas.

Em restaurantes, hospitais, hotéis, supermercados, abatedouros, frigoríficos, açougues e áreas rurais, como currais e cocheiras, os riscos e as medidas preventivas podem ser diferentes.

Como avaliar a metodologia e o monitoramento?

Pergunte como a prestadora identifica a origem da infestação, onde posiciona as armadilhas, como acompanha a atividade de insetos voadores e de que maneira ajusta o plano quando surgem novos pontos críticos.

Armadilhas adesivas ou de eletrocussão podem contribuir para a captura e o monitoramento em áreas internas, enquanto outras técnicas podem ser avaliadas para ambientes externos.

A escolha deve depender do diagnóstico, da circulação no local, da presença de alimentos, animais e pessoas e das orientações técnicas de segurança.

Também é importante entender como o serviço se integra às boas práticas de higiene.

O controle químico ou físico não substitui a limpeza, o correto acondicionamento de resíduos, a vedação de acessos e a redução de fontes de alimento e umidade.

O resultado do programa depende da combinação entre intervenção profissional e prevenção contínua.

Por que considerar a MATABEM?

A MATABEM – IMUNIZADORA DE AMBIENTES foi fundada em 1969, em Goiânia, Goiás, e reúne 57 anos de experiência no controle integrado de pragas urbanas e rurais.

A empresa começou como um negócio familiar e atualmente é administrada pela terceira geração da família, um sinal de continuidade e conhecimento acumulado no setor.

Sua atuação inclui investimento em pesquisa e tecnologias avançadas, capacitação profissional e utilização de soluções orientadas à proteção de pessoas, animais e meio ambiente.

A MATABEM também informa manter parcerias com multinacionais para o desenvolvimento de soluções de controle de pragas e trabalhar em conformidade com referências como a RDC ANVISA nº 622/2022.

Para avaliar a necessidade do ambiente, solicite uma análise consultiva à MATABEM.

Conclusão

A avaliação pode ajudar a identificar os pontos críticos, compreender quais métodos são aplicáveis e definir uma estratégia de controle de moscas alinhada à rotina, ao nível de risco e às exigências de higiene do local.

Perguntas frequentes sobre serviço de controle de moscas

Qual é a diferença entre controle de moscas e desinsetização?

A desinsetização de moscas é uma intervenção voltada à redução ou redução de moscas e outros insetos voadores por meio de técnicas e produtos apropriados.

Já o controle de moscas é mais amplo: pode combinar inspeção do ambiente, identificação de focos, armadilhas, aplicação técnica, medidas preventivas e monitoramento contínuo.

Na prática, o serviço de controle de moscas busca tratar a causa e acompanhar as condições que favorecem a infestação, seguindo os princípios do Manejo Integrado de Pragas.

Quais ambientes podem precisar desse serviço?

O controle pode ser indicado para locais com manipulação de alimentos, circulação de pessoas, presença de animais ou condições favoráveis à atração e reprodução de moscas.

Entre os exemplos estão indústrias alimentícias, abatedouros, frigoríficos, açougues, restaurantes, hospitais, hotéis, supermercados, currais e cocheiras.

A necessidade e os métodos adequados dependem da avaliação técnica dos pontos críticos de cada ambiente.

Como as armadilhas ajudam no controle de moscas?

As armadilhas auxiliam na captura, no monitoramento e na redução de insetos voadores.

Modelos adesivos retêm as moscas em uma superfície apropriada, enquanto equipamentos de eletrocussão atraem e eliminam os insetos por meio de descarga elétrica.

O posicionamento deve considerar o fluxo de pessoas, a atividade do local, as áreas de atração e a proteção de alimentos.

A manutenção e a inspeção periódicas são importantes para preservar a higiene e a eficiência do monitoramento.

O que é Manejo Integrado de Pragas?

Manejo Integrado de Pragas, ou MIP, é uma estratégia que combina prevenção, inspeção, identificação de focos, escolha criteriosa de métodos, monitoramento e ajustes.

Em vez de depender de uma única aplicação, o MIP considera as características do ambiente e as condições que favorecem a presença de moscas.

No atendimento da MATABEM, a análise dos pontos críticos orienta a definição das medidas mais adequadas para cada situação.

Como o controle de moscas contribui para a segurança alimentar?

Moscas podem transportar microrganismos e favorecer a contaminação de superfícies, utensílios e alimentos.

O controle adequado ajuda a reduzir esse risco, apoia as boas práticas de higiene e contribui para evitar contaminação cruzada.

Também pode favorecer a conformidade com exigências de vigilância sanitária, desde que seja integrado à limpeza, ao manejo correto de resíduos, à proteção dos alimentos e às demais rotinas de segurança do estabelecimento.

A escolha dos métodos deve respeitar as orientações técnicas, as normas de segurança e a proteção de pessoas, animais e meio ambiente.

A MATABEM informa atuar em conformidade com a RDC ANVISA nº 622/2022 e oferecer soluções para diferentes segmentos, com equipamentos discretos e métodos definidos conforme a avaliação do local.

Como solicitar uma avaliação da necessidade do ambiente?

O responsável pelo local deve consultar a MATABEM para apresentar informações como tipo de atividade, áreas afetadas, frequência de observação das moscas, possíveis focos, rotina de limpeza, manejo de resíduos e presença de alimentos, animais ou pessoas.

Esses dados ajudam a direcionar a avaliação técnica e a definir se há necessidade de controle corretivo, prevenção ou monitoramento contínuo.

A empresa atua em Goiânia e cidades circunvizinhas, e mantém histórico de serviços acessível em sua plataforma.

Fundada em 1969, em Goiânia, a MATABEM é gerida pela terceira geração da família e reúne 57 anos de experiência em controle integrado de pragas urbanas e rurais.

Para obter informações específicas sobre a necessidade do ambiente, o interessado deve solicitar uma avaliação diretamente à empresa.

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